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quinta-feira, 31 de maio de 2012

Judeus e B'nei Noach

     Os judaizantes queriam circuncidar todos os gentios que receberam o testemunho de Yeshua. Os talmidim de Yeshua estabeleceram um padrão para o judeus e um padrão para os gentios convertidos. Os gentios convertidos ficaram obrigados a seguir as leis noéticas e por isto podem ser chamados de bnei noach ou prosélito. Aí veio o cristianismo proibindo o judeu de ser judeu, e fazendo justamente o contrário dos judaízantes, ou seja, impondo aos judeus o padrão dos bnei Noach.

     A separação feita em Atos 15 não tem nada a ver com discriminação, mas com um plano mais elevado do Eterno, onde o judeu precisa continuar sendo judeu e o gentio convertido é recebido na congregação do Eterno sem precisar tornar-se judeu. Mas, que fique claro, que embora não se possa obrigar o gentio a circuncidar, não se pode proibi-lo, especialmente quando ele tem descendência judaica. Então não se pode colocar remendo novo em roupa velha, e por isto vamos voltar ao ensinamento bíblico, ao invés de cair nas doutrinas reformadas, que ora pendem para os judaizantes, ora pendem para o cristianismo criado em Roma. Todos são chamados a estar na OLIVEIRA, que é toda a cultura bíblica judaica estabelecida pelo Eterno.

     Yeshua veio para começar uma restauração da Congregação do Eterno, constituída de judeus circuncisos na carne e no coração e gentios circuncisos no coração, através de seu testemunho. É bom lembrar que a única religião estabelecida pelo Eterno é o judaísmo bíblico, já que o cristianismo teve origem em Roma, e que a Nova Aliança (Brit Hadashá) veio à existência através de Yeshua, abrindo uma porta para retornarmos ao Eterno. Após esse retorno, o próprio espirito de D'us internaliza a Torah em nossos corações e mentes.



Shalom!

quarta-feira, 30 de maio de 2012

O Judaísmo Bíblico é a Única Religião estabelecida pelo Eterno

     Alguns acham estranho a busca de tantas pessoas por judaísmo. Já ouvi coisas absurdas como 'judaizar', 'coisa de judeu' e até expressões mais pejorativas que nem cabe mencionar. As coisas estão invertidas mesmo. Se alguém fala de natal, domingo ou da anulação da lei, o natural seria reagir imediatamente e dizer: 'Isto é paganismo, se livre disto'. Mas pela cegueira espiritual dos nossos dias, muitos reagem a própria verdade, e se posicionam contra o que o Eterno estabeleceu, como o shabat, as festas bíblicas, o conhecimento e a obediência a Torah. ENTÃO NÃO SE DEIXE LEVAR PELO ENGANO, E VOLTE ÀS VEREDAS ANTIGAS.

     VOLTE AO JUDAÍSMO BÍBLICO QUE FOI A ÚNICA RELIGIÃO ESTABELECIDA PELO ETERNO. VOLTE A OLIVEIRA QUE É JUSTAMENTE O JUDAÍSMO BÍBLICO, COM SUAS INSTRUÇÕES, CELEBRAÇÕES E PRINCÍPIOS ESTABELECIDOS PELO ETERNO. Se chamarem você de herege, não se preocupe, pois este é o próprio espírito que moveu a inquisição e é uma forma deficiente, usada pelos fracos, de defender suas doutrinas. O JUDAÍSMO BÍBLICO INCLUI A TORAH, INCLUI O TESTEMUNHO DE YESHUA, INCLUI A FÉ EM UM D'US UNO E TODO PODEROSO.



Shalom!

terça-feira, 29 de maio de 2012

A Plenitude da Torah


     A Torah (613 leis e princípios do Eterno contidos nos primeiros cinco livros da Bíblia, conhecido como Pentateuco) tem vários níveis de atuação em nossas vidas. Ela nos afasta do mal, e nos aproxima do Eterno. Ela nos leva a encarar nossos limites nos empurrando para dependermos da benevolência do Eterno, para depois voltar e continuar nos guiando.

     A Torah serve para o iniciante, e continua servindo para o mais sábio. A Torah também coopera com a nossa recuperação após a queda de Adão, pois o bem e o mal ficaram misturados na mente humana, e a Torah veio para reorganizar a mente humana e separar o bem do mal. Mas a Torah se torna plena através do testemunho do Mashiach, pois além das promessas relacionadas a ele no sentido de trazer shalom ao mundo e restaurar a glória espiritual de Israel, o Mashiach também abre a porta para o espírito do Eterno ministrar a pessoa que recebe o seu testemunho, e só assim a Torah pode ser internalizada no coração de cada um.


Shalom! 

domingo, 27 de maio de 2012

Teshuvá

     Hoje, 27 de Maio de 2012, 29 brasileiros B'nei Anussim, descendentes dos judeus forçados a conversão, retornaram oficialmente ao Judaísmo, completando o processo de Teshuvá, e com a certificação de um Mohel credenciado em Israel. São 29 ramos que foram restaurados e um sinal de vitória, pois aqueles que torturam e mataram os judeus na inquisição, estavam certos que daquelas pessoas não brotariam mais ramos, porém estavam enganadas, pois trezentos anos depois, os descendentes destes judeus estão acordando e pouco a pouco retornando ao Judaísmo e restaurando o nome e a histórias dos judeus forçados a conversão. SÃO 29 MEMBROS DA BEIT EL SHAMAH, QUE RETORNAM OFICIALMENTE AO JUDAÍSMO. MANTENDO UMA VISÃO JUDAICA DA UNIDADE, SUSTENTADA POR UMA FÉ JUDAICA QUE PROCLAMA A UNIDADE DO ETERNO, E TEM O TESTEMUNHO DO MASHIACH YESHUA. Vamos pleitear pouco a pouco, que o Judaísmo da Unidade se transforme em mais uma corrente do próprio judaísmo.
     
     QUE O ETERNO, BENDITO SEJA ELE, SEJA SEMPRE LOUVADO E ADORADO, POIS GRANDE É A SUA BONDADE PARA CONOSCO.

DECLARAMOS NOSSO AMOR E GRATIDÃO AO ETERNO, E AGRADECEMOS POR ELE TER ENVIANDO O MASHIACH, QUE COM UM ATO DE AMOR SACRIFICIAL, FEZ UMA EXPIAÇÃO QUE ABRIU A PORTA PARA TODOS NÓS RETORNARMOS AO ETERNO. B"H!




SHALOM! SHALOM!

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Porção semanal da Torah - 25 & 26 de maio de 2012

Parashá Bamidbar (No deserto)

Bamidbar (Números) 1:1 – 4:20



Vídeo da Parashá no YouTube:





Acendimento das Velas de Shabat:
Sexta (25/05/2012) - 16:56

Havdalá - Encerramento de Shabat:
Sábado (26/05/2012) - 17:52

shabbat shalom

Programa na TV Boas Novas - A Voz do Shofar (2)

O segundo programa na TV Boas Novas.


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Link do áudio da última parashá (Behar & Bechocotai),
gravada do dia 19/05/2012:


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Shalom!

quinta-feira, 24 de maio de 2012

O lugar mais seguro e mais confiável neste mundo é estar próximo do Eterno

     O lugar mais seguro e mais confiável neste mundo é estar próximo do Eterno. Yeshua sempre que podia subia a montanha e ficava na presença do Eterno. Isto é mais importante do que qualquer outra coisa, pois todo o restante é apenas o resultado da nossa proximidade com o Eterno. Na verdade tudo passará, mas o amor do Eterno por nós e o nosso amor por Ele permanecerá para sempre.

     A esperança alimenta a nossa fé, a fé vence o medo, mas o amor é maior do que a esperança e a fé como ensinou o Rabino Shaul, pois o amor elimina o medo, tira todas as dúvidas e faz a nossa alma descansar. Yeshua abriu uma grande porta para retornarmos ao Eterno, mas cada um precisa buscar de todo o coração esta aproximação, e este amor cresce na medida que aprendemos algo fundamental: Obedecer a D'us. Fazer a vontade de D'us. Ser capaz de renunciar a si mesmo. Se entregar ao Eterno. Pense nisto!


quarta-feira, 23 de maio de 2012

Testemunho - Marcos Andrade Abrão

ATENÇÃO, ABAIXO O MEU TESTEMUNHO PESSOAL E COMO CHEGUEI AO JUDAÍSMO DA UNIDADE.
     
     O Rosh (líder) da Beit El Shamah, Marcos Andrade Abrão,  descobriu sua judaicidade e retornou ao Judaísmo, passando pelo processo de Teshuvá (retorno e conversão), que inclui a circuncisão. Tendo nascido em Recife e descendente dos judeus que foram forçados à conversão, desde cedo se inclinou ao judaísmo, fato comum a todos os b’nei anussim (filhos e descendentes dos judeus forçados à conversão). Já na adolescência começou sua busca espiritual, tendo uma experiência com o Eterno aos 13 anos de idade. A partir daí começou uma busca intensa para encontrar um caminho seguro em direção ao Eterno, participando de vários movimentos e grupos religiosos. Após uma busca exaustiva teve outra experiência com o Eterno, mas desta vez através de Yeshua, fato que trouxe uma transformação profunda na sua vida. Passou então a ensinar e levar a mensagem da salvação através de Yeshua, fundando a Associação Pedras Vivas, que posteriormente se transformou no Ministério Pedras Vivas. Este ministério foi acolhido pela Irmandade Metodista Ortodoxa, e em 13 Novembro de 2001 foi ordenado ao cargo de pastor por líderes desta denominação, com atribuições de Ministro de Confissão Religiosa, fato registrado em Ata. Mas sua busca continuou e em contato com o Judaísmo Messiânico despertou para sua judaicidade, migrando posteriormente para o movimento judaico messiânico e se desligando da Irmandade Metodista Ortodoxa. Fundou a Congregação judaico messiânica Beit Shamayim e entre outros eventos participou de um congresso judaico messiânico nos EUA, o que o motivou a se filiar ao IAMCS (International Alliance of Messianic Congregations and Synagogues). Mas, pela visão na Unidade do Eterno que difere da doutrina da trindade, não foi possível continuar a comunhão com esta organização. Ressaltando-se que o desligamento foi por razões doutrinárias e no tempo em que esteve nesta organização foi tratado e tratou a todos com muito respeito e consideração. Da mesma forma, quando esteve na Irmandade Metodista Ortodoxa, foi também tratado com muito respeito e consideração e destas organizações só guarda boas lembranças. 
     
     Ao completar sua teshuvá, a qual foi certificada por um Mohel (especialista no judaísmo tradicional para fazer a B’rit Milá ‘circuncisão”) o Rosh Marcos Andrade Abrão aprofundou seu relacionamento com o Eterno e no conhecimento da Torah e nos escritos Rabínicos. Após a Teshuvá adotou o nome judaico: Yossef Ben Avraham, e o pseudônimo de Marcos Andrade Abrão, substituindo o nome Fernandes, de onde veio sua descendência judaica, pelo sobrenome Abrão, a fim de marcar seu retorno ao Judaísmo. 
     
     Pelo rumo que o Judaísmo Messiânico tomou, bem clarificado na declaração do “Quem Somos” do ACJU (Associação de Congregações Judaicas da Unidade), o Rosh Marcos Andrade Abrão junto com outros líderes, inauguraram o Judaísmo da Unidade, que entre outras coisas propaga um Judaísmo identificado com Israel, com o povo judeu e com todas as pessoas de qualquer nação ou etnia que através do testemunho de Yeshua se converteram ao Eterno. Daí veio a Beit El Shamah, que não se enquadra mais no modelo de uma congregação judaico messiânica, mas na visão do Judaísmo da Unidade. A Beit El Shamah está filiada ao ACJU (Associação de Congregações Judaicas da Unidade), Associação idônea e devidamente registrada na cidade do Rio de Janeiro para representar o Judaísmo da Unidade.

     O Judaísmo da Unidade inaugura uma nova proposta de Judaísmo que tem o testemunho de Yeshua, mas não perde sua identidade judaica. O Judaísmo da Unidade declara que o Eterno é Um, que Yeshua é o Messias e que a Torah (Lei) é o padrão imutável que foi estabelecido pelo Eterno. Mas acima de tudo o Judaísmo da Unidade tem um real compromisso com a verdade.

    A BEIT EL SHAMAH REPRESENTA O JUDAÍSMO DA UNIDADE E NÃO O JUDAÍSMO MESSIÂNICO.

     A Beit El Shamah representa o Judaísmo da Unidade, e não o Judaísmo Messiânico, que tem seus próprios representantes. O Judaísmo da Unidade difere em muito do Judaísmo Messiânico e surge como uma nova proposta de um Judaísmo que tem o testemunho de Yeshua, mas não perde sua identidade judaica. O Judaísmo da Unidade declara que O Eterno é Um, que Yeshua é o Messias e que a Torah (Lei) é o padrão imutável que foi estabelecido pelo Eterno.


     Shalom!

terça-feira, 22 de maio de 2012

Viver a verdade sem concessões, sem misturas e fundamentada na palavra do Eterno.

     Judaísmo é uma ideia de D'us. Festas bíblicas, tsitsit, comida kasher, Torah, o Mashiach, tudo isto é judaísmo. A própria visão do Rabino Shaul era que todos fossem enxertados na Oliveira, que é a cultura bíblica judaica estabelecida pelo Eterno, ou seja, judaísmo. É obvio que como toda religião tem também tradições, mas quanto as tradições, cabe a cada um de nós discernir quais são boas e úteis e quais não devem ser seguidas. Yeshua não veio criar uma nova religião, ele veio assegurar a vitória do plano do Eterno para a semente de Abraão e ao mesmo tempo abrir uma grande porta para as nações.


     A Nova Aliança internaliza a Torah nos corações e mentes, e logo estão totalmente conectadas. Este é o ensinamento bíblico e dos emissários, mas o problema é que muitos estão influenciados pela contaminação teológica que foi disseminada a partir do terceiro século. Outros tentam misturar tudo e isto acaba causando ainda mais confusão. Vamos viver uma verdade sem concessões, sem misturas e que esteja fundamentada na palavra do Eterno.




Shalom!


segunda-feira, 21 de maio de 2012

Beit El Shamah - Judaísmo da Unidade

     A BEIT EL SHAMAH representa o JUDAÍSMO DA UNIDADE e não o judaísmo messiânico (que tem seus próprios representantes). O JUDAÍSMO DA UNIDADE difere em muito do Judaísmo Messiânico.

     O JUDAÍSMO DA UNIDADE é uma nova proposta de Judaísmo com o testemunho de YESHUA, mas sem perder a identidade JUDAICA. A visão de que o Eterno é UM, de que Yeshua é o Messias e de que a Torah é o padrão imutável que foi estabelecido pelo Eterno, são as bases do JUDAÍSMO DA UNIDADE.



sexta-feira, 18 de maio de 2012

Programa na TV Boas Novas - A Voz do Shofar (1)

Primeiro programa da TV Boas Novas.





Shalom!

Porção semanal da Torah - 18 & 19 de maio de 2012

Parashá Behar (No Monte) & Bechukotai (Em Minhas Leis)

(Vayicrá 25:1-26:2 & 26:3 - 27:34)

Vídeo da Parashá no YouTube:


Acendimento das Velas de Shabat:
Sexta (18/05/2012) - 16:58

Havdalá - Encerramento de Shabat:
Sábado (19/05/2012) - 17:53

shabbat shalom

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Notas de Esclarecimento



ABAIXO DUAS NOTAS DE ESCLARECIMENTO EM RAZÃO DE PERSEGUIÇÕES RELIGIOSAS QUE TEMOS SOFRIDO E DIFAMAÇÕES, E INFORMAÇÕES INFUNDADAS AO NOSSO RESPEITO. ISTO É NATURAL NA MEDIDA EM QUE ESTAMOS EXPONDO A VERDADE E AO MESMO TEMPO DESMASCARANDO DOUTRINAS E COSTUMES QUE FORAM INTRODUZIDOS NO POVO DE D’US, MAS CUJA ORIGEM É PAGÃ. POR FAVOR LEIAM E DIVULGUEM.


1ª NOTA DE ESCLARECIMENTO.


     A BEIT EL SHAMAH REPRESENTA O JUDAÍSMO DA UNIDADE QUE SE DIFERENCIA DA VISÃO DO JUDAÍSMO MESSIÂNICO E SUAS ORGANIZAÇÕES E CONGREGAÇÕES PELAS RAZÕES EXPOSTAS ABAIXO.

     O Judaísmo Messiânico surgiu a princípio com a visão de abrir uma porta para que os judeus que aceitaram o testemunho de Yeshua, pudessem continuar sendo judeus e viverem sua fé sem precisar se converter ao cristianismo. Mas, apoiados por igrejas evangélicas, e as vezes nascendo dentro das próprias igrejas evangélicas, o judaísmo messiânico precisaria mais cedo ou mais tarde declarar sua independência e despontar como um movimento totalmente separado do cristianismo. Alguns conceitos fundamentais do cristianismo começaram a ser questionados, como a teologia da substituição, a anulação da lei, o antissemitismo teológico, entre outros. Não poderia ser diferente, pois após 2000 anos os judeus com o testemunho de Yeshua voltaram a se pronunciar e emitir suas opiniões sobre todas as questões. Lembrando que os primeiros líderes dos seguidores do Messias eram todos judeus e foram eles que deixaram todo o legado da b’rit chadashá. Mais relevante ainda, a conclusão óbvia de que o Messias é Judeu, o que parece ter sido esquecido pelos cristãos. Mas o judaísmo tradicional viu com desconfiança o surgimento do judaísmo messiânico, enxergando-o como mais uma estratégia do próprio cristianismo para “converter” os judeus. O resultado não poderia ser outro, o judaísmo messiânico ficou entre o judaísmo tradicional e o cristianismo. Ser uma ponte poderia se tornar um propósito elevado para o judaísmo messiânico, mas como ser uma ponte entre duas muralhas, já que um judeu não tem como continuar sendo judeu ao se converter ao cristianismo, e um cristão não tem como continuar sendo cristão ao se converter ao judaísmo. Esta posição entre as duas muralhas acabaram exercendo uma grande pressão sobre o judaísmo messiânico. 

     Alguns segmentos evangélicos denominaram os judeus messiânicos de judaizantes, e os judeus tradicionais passaram a chamá-los de messingélicos, uma mistura de messiânicos com evangélicos. Alguns segmentos evangélicos rotularam o movimento de Judaizantes, porque viam nos judeus messiânicos a ameaça de mudanças em alguns conceitos fundamentais do cristianismo. Já o judaísmo os rotulou como messingélicos pela mistura de judaísmo com algumas doutrinas e costumes notoriamente evangélicos. Porém, também surgiram dentro das igrejas evangélicas aqueles que abraçaram o judaísmo messiânico e assumiram uma postura favorável as mudanças propostas. A maior resistência veio dos próprios judeus tradicionais, que não deram crédito ao judaísmo messiânico, mantendo a visão de que são cristãos disfarçados ou messingélicos que visavam unicamente à conversão dos judeus ao cristianismo . É bom lembrar que esta resistência não é a revelia, visto que a base do antissemitismo moderno nasceu na teologia promulgada pela igreja romana, com a teologia da substituição, onde a “igreja de Cristo” teria substituído Israel e com uma mensagem enfática de que os judeus mataram “Jesus”. Este conceito ganhou ainda mais força na reforma protestante liderada por Martinho Lutero, que escreveu artigos de caráter profundamente antissemita. Tudo isto foi usado no holocausto como pretexto para exterminar o povo judeu, e o nome “Jesus” e “cristianismo” foram totalmente associados à dor e ao sofrimento de tantos judeus que perderam suas famílias no holocausto. Sem falar da inquisição, cuja proposta era conversão ou morte. Além de tudo isto surgiram também os “Judeus por Jesus” (Jews for Jesus), que são judeus cristãos, cujo objetivo é realmente converter judeus e adaptá-los a um modelo cristão evangélico judaico. 

     Com a aceitação por parte de alguns seguimentos evangélicos, o judaísmo messiânico foi tentado a sair do meio das duas “muralhas” e se aproximar das igrejas evangélicas, seja através de algumas concessões doutrinárias, ou de uma maior similaridade de métodos e forma de culto. A partir daí, infelizmente, o judaísmo messiânico assumiu uma postura que confirmaria a desconfiança do judaísmo tradicional, ou seja, o ''messingelismo'', literalmente uma mistura do Judaísmo Messiânico com a Igreja Evangélica. Seja pelo dogma da trindade que passou a ser a base doutrinária de quase todas as congregações judaico messiânicas, até a visão de uma restauração enquadrada no retorno à igreja do primeiro século, o que seria uma espécie de igreja de Cristo restaurada. Fora do conceito de uma restauração verdadeira, o Judaísmo Messiânico passou a propor uma nova “reforma”, ao não romper completamente com as premissas introduzidas pela igreja romana. Alguns foram mais longe propondo uma melhoria na reforma protestante, afastando-se ainda mais de uma genuína restauração. O próprio nome Jesus voltou a ser usado em algumas congregações ao invés do nome genuíno do Messias, o qual é Yeshua e assume um caráter extremamente importante na restauração ao trazer de volta a visão do Messias Judeu, chamando-o pelo seu verdadeiro nome e não por um nome que veio de transliterações, algumas suspeitas de enxertos por parte de Roma. Sem falar da importância do nome na cultura judaica, pois está estreitamente ligado a vida, a identidade e a missão de uma pessoa. Com estas concessões tornou-se inevitável o afastamento de algumas congregações judaico messiânicas no que diz respeito ao estilo e costumes judaicos nos seus serviços religiosos. Cumpria-se então a previsão do judaísmo tradicional, que os judeus messiânicos eram na verdade messingélicos, uma mistura de messiânicos e evangélicos. 

     Não podemos deixar de ressaltar toda a contribuição do Judaísmo Messiânico que abriu uma grande porta para os evangélicos que já não se deixavam confinar pelos dogmas cristãos, e é inegável o mérito do movimento evangélico em expor a palavra de D'us. De fato o judaísmo messiânico e o próprio judaísmo messiânico da unidade estão repletos de ex-evangélicos descendentes de judeus ou não. Mesmo nas organizações judaico messiânicas, muitos líderes são ex- pastores que descobriram sua judaicidade e retornaram ao judaísmo, ou mesmo judeus que estavam congregando em denominações evangélicas. Aqui no Brasil por exemplo, com raras exceções, a grande maioria dos líderes no judaísmo messiânico são ex- pastores evangélicos que fizeram teshuvá (retorno ao judaísmo). Neste contexto, surge o Judaísmo da Unidade, definindo de uma forma mais clara e objetiva, que não existe a possibilidade de fazer uma fusão com as doutrinas da igreja romana, mas é preciso ter uma visão centrada unicamente na Torah, nos profetas e nos ensinamentos do Messias e de uma forma mais abrangente no Tanach e na B'rit Chadashá. Além disto, a necessidade também de uma aproximação maior do próprio judaísmo tradicional, interagindo com os escritos e ensinamentos dos rabinos, sem deixar a firme convicção de que Yeshua é o Messias e que ele é o Filho de D’us, o primeiro a ser criado e aquele que recebe a Luz Divina numa intensidade que nenhum outro ser criado pode receber. Porém libertando-se do modo de pensar grego e exercitando o pensamento dentro de uma perspectiva judaica, abrindo assim a visão para enxergar as revelações do Messias e os escritos dos emissários dentro de uma perspectiva judaica. Além do retorno a língua hebraica que desvenda os olhos para novas revelações antes não percebidas pela imersão numa cultura que nada tinha haver com a experiência de vida daqueles que escreveram os textos sagrados. 

     O Judaísmo da Unidade retorna então ao Judaísmo Bíblico, a Oliveira plantada e cultivada pelo Eterno e citada na carta do Rabino Shaul aos romanos no capítulo 11. Porém, na interação com o judaísmo tradicional, é preciso as vezes se colocar como alunos e aprender lições essenciais para entendermos os segredos da Torah, mas ao mesmo tempo sabermos discernir possíveis enxertos que também foram colocados no judaísmo tradicional que não é necessariamente Judaísmo Bíblico. É um engano achar que o sistema babilônico afetou apenas o cristianismo, porque mesmo no judaísmo tradicional iremos encontrar misturas que tiveram origem no vírus do sistema religioso falso da babilônia que está sempre tentando induzir as pessoas a chegarem a D’us de uma forma ilegal e por um caminho estranho, seja através da torre de babel ou de qualquer outra porta ou atalho que não tem aval na Torah. ASSIM O JUDAÍSMO DA UNIDADE SURGE COM A VISÃO DA UNIDADE DO ETERNO. DE QUE YESHUA É O MESSIAS, SENDO O PRIMEIRO A SER CRIADO E POR ISTO O PRIMOGÊNITO DA CRIAÇÃO. DE QUE A TORAH É O REFERENCIAL IMUTÁVEL DO QUE ESTÁ CERTO E DO QUE ESTÁ ERRADO, DO QUE AGRADA A D’US E DO QUE NÃO AGRADA A D’US. DE QUE O TESTEMUNHO DO MESSIAS YESHUA ABRE A PORTA PARA OS JUDEUS RETORNAREM AO ETERNO, RESTABELECENDO UMA COMUNICAÇÃO ESPIRITUAL COM D’US. DE QUE O TESTEMUNHO DE YESHUA SE TORNOU UMA LUZ PARA OS GENTIOS, NA MEDIDA EM QUE ATRAVÉS DO SEU TESTEMUNHO MUITOS ENTRE AS NAÇÕES SE CONVERTEM AO ETERNO, O D’US DE ISRAEL. ACIMA DE TUDO O RETORNO A UM JUDAÍSMO BÍBLICO, SEM MISTURAS, E COM UMA IDENTIDADE JUDAICA. 

Shalom para todos! 



2ª NOTA DE ESCLARECIMENTO. 

     O líder da Beit El Shamah, Marcos Andrade Abrão, descobriu sua judaicidade e retornou ao Judaísmo, passando pelo processo de Teshuvá, que inclui a circuncisão. Tendo nascido em Recife e descendente dos judeus que foram forçados à conversão, desde cedo se inclinou ao judaísmo, fato comum a todos os b’nei anussim (filhos e descendentes dos judeus forçados à conversão). Já na adolescência começou sua busca espiritual, conhecendo vários movimentos religiosos, até que teve uma experiência com Yeshua, e fundou o Ministério Pedras Vivas. Este ministério foi acolhido pela Igreja Metodista Ordodoxa que em 13 Novembro de 2001 ordenou o Rosh ao cargo de pastor, com atribuições de Ministro de Confissão Religiosa, registrada em Ata. Mas sua busca continuou e em contato com o Judaísmo Messiânico, despertou sua judaicidade, migrando posteriormente para o movimento judaico messiânico e se desligando da Igreja Metodista Ortodoxa. Completou a sua teshuvá e adotou o nome judaico: Yossef Ben Avraham, adquirindo o pseudônimo de Marcos Andrade Abrão, para marcar seu retorno ao Judaísmo. Chegou a se associar a uma organização judaico messiânica nos EUA, mas pela sua visão na Unidade do Eterno que difere da doutrina da trindade, não foi possível continuar a comunhão com esta organização. Pelo rumo que o Judaísmo Messiânico tomou, bem clarificado na primeira nota de esclarecimento, o Rosh Marcos Andrade Abrão e outros líderes, fundaram o Judaísmo da Unidade, que entre outras coisas propaga um Judaísmo sem misturas, fundamentado na Unidade do Eterno, no testemunho de Yeshua e tendo como referencial a Torah. 


Shalom!

quarta-feira, 16 de maio de 2012

O Desejo do Eterno

     Em Colossenses 1: 15 diz que Yeshua é o primogênito de toda a criação. Primogênito significa primeiro a ser criado e o texto não deixa dúvidas que Yeshua foi criado e foi o primeiro a ser criado. O Eterno não tinha nenhuma necessidade, haja vista que Ele é pleno em todos os sentidos. Mas Ele teve um desejo, e o Seu desejo era compartilhar a Sua luz Divina. Então criou o primeiro "recipiente" a fim de receber a Sua luz. Este recipiente foi o Messias, e a própria palavra Mashiach significa aquele que está totalmente preenchido de azeite, que aponta para unção e também iluminação, já que o melhor azeite era colocado na Menorah a fim de acender os pavios e gerar luz no lugar santo.

     O Mashiach é então um recipiente repleto de luz, e passa a refletir a luz Divina. Se colocarmos água quente num copo, o copo não só acolhe a água, mas também fica quente, ou seja, ele adquire um pouco da natureza da própria água. Assim o Mashiach ao receber a Luz Divina, recebeu um pouco da natureza da Luz, e passou a ter o mesmo desejo do Doador, do Eterno, ou seja, também quis de alguma forma doar.


terça-feira, 15 de maio de 2012

segunda-feira, 14 de maio de 2012

A Nação de Israel


      A Nação de Israel em nossos dias é um cumprimento da profecia bíblica que prepara Jerusalém e o mundo para a segunda vinda do Messias. Mas, antes disto, muitas tribulações acometeram a terra e se os dias não fossem abreviados ninguém sobreviveria. Mas o Mashiach virá no tempo determinado e encontrará o remanescente de Israel lutando contra as forças malignas e todas as nações da terra, e Israel será salvo de todos os seus inimigos. Yeshua reinará em Jerusalém sobre todas as nações da Terra e a promessa da ressurreição se cumprirá e muitos ressuscitaram e viverão o reinado do Mashiach na terra, o shabat gadol.

     O Eterno trouxe o povo judeu de volta para as terras de Israel, e fará surgir no tempo determinado o remanescente. YOM HA'ATZMAUT JÁ SOMA 64 ANOS DE VITÓRIAS, DE RESISTÊNCIA E SUPERAÇÃO, E ACIMA DE TUDO DE MAIS UMA PROVA DE AMOR DO ETERNO PELO POVO DE ISRAEL. DESTE 14 DE MAIO DE 1948, EM 5 DE IYAR, O POVO JUDEU REVIVEU A EXPERIÊNCIA DE VIVER NAS TERRAS DE ISRAEL, EM CUMPRIMENTO A PROMESSA IRREVOGÁVEL QUE O ETERNO FEZ A ABRAÃO. "Naquele mesmo dia fez o Eterno aliança com Abraão dizendo: a tua semente dei esta terra (Israel)..." Gênesis 15:18.

     Os inimigos de Israel acenderam sua ira como fogo para consumir o povo de Israel, mas como fumaça passaram, porém a chama de Israel permanece acesa, porque o Eterno, o guardião de D'us, é Fiel em todas as Suas promessas.


 Shalom para todos.

"HINE LO IANUM VELO YISHAN SHOMER YISRAEL."

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Torah, as regras do jogo.



     Um rabino deu um exemplo que achei maravilhoso. Imagine que pessoas que nunca jogaram futebol, recebessem tudo o que era necessário para jogar, mas não soubessem as regras do jogo. No final, teriam criado suas próprias regras, e inevitavelmente surgiria todo o tipo de problemas e pessoas inevitavelmente sairiam machucadas. É o que acontece hoje com aqueles que receberam o testemunho de Yeshua, mas foram ensinados a falsa doutrina da anulação da Lei. Cada um inventa suas próprias regras, e no final das contas nunca aprendem as verdadeiras regras do jogo.


     Muitos recebem o testemunho do Messias Yeshua, mas estão sem as "regras do jogo", a Torah, e em razão disto estão se machucando e machucando outros também.


quinta-feira, 10 de maio de 2012

Porção Semanal da Torah (11 e 12 de maio - 2012)

Parashá Emor (Fala)– Porção Semanal da Torah
(Vayicrá 21:1-24:23)

Vídeos da Parashá no YouTube:

Acendimento das Velas de Shabat:
Sexta (11/05/2012) - 17:01

Havdalá - Encerramento de Shabat:
Sábado (12/05/2012) - 17:55

shabbat shalom

O Eterno faz Milagres, não mágicas


     Achamos que as vezes as coisas acontecem "de repente" e nossas vidas são mudadas de forma abrupta. Mas na verdade isto não existe. Imaginem se eu falasse que plantei uma árvore ontem e hoje já colhi os seus frutos. Ninguém acreditaria, mas pela insegurança que esta realidade física oferece as pessoas, muitas vezes alguns preferem viver na ilusão. Acham que um talismã, ou mesmo um óleo ungido, podem resolver todos os problemas das suas vidas, como se fosse uma mágica.

     O Eterno faz milagres e não mágicas. Quem usa esta tentação da ilusão são as forças malignas, com toda espécie de superstições, objetos mágicos e loterias, para manter as pessoas anestesiadas e sem buscar a verdade que libertará elas do medo e da insegurança. Yeshua falou palavras muito profundas, que ainda não foram captadas.

     A teologia sistemática limitou demasiadamente o entendimento, pois tem como referencial uma língua (grego) e cultura desconectadas da realidade e das palavras de Yeshua. Pelo menos, a igreja evangélica conseguiu captar a questão da salvação, mas precisa de ajuda em vários aspectos, em especial, compreender que Yeshua veio a princípio para o povo judeu, falou como judeu e tendo como referencial o judaísmo. Obviamente a porta foi aberta para todas as nações, mas é preciso se conectar com o pensamento judaico.


 

Shalom!

quarta-feira, 9 de maio de 2012

A Força do Desejo


O Desejo é a força mais poderosa que nos impulsiona a viver. O segredo de combater os desejos proibidos é desejar uma aproximação cada vez maior do Eterno. Quando isto acontece o prazer espiritual que sentimos literalmente ofusca os desejos proibidos. Todo o desejo leva em direção ao prazer, a felicidade. Os desejos proibidos são uma tentativa de fornecer a alma suas necessidades básicas, como amor, segurança, felicidade e etc. No fundo, a alma sabe que aqueles desejos estão apenas enganando ela, mas o problema é que ao ser muito exposta a estas coisas pode ficar viciada nisto e rejeitar a Luz Divina.

Quando a Torah proíbe algo, é por que o tal desejo é mentiroso, ou seja, engana a alma e a contamina. Quando a Torah nos encoraja a fazer algo, é porque isto nos levará a uma aproximação do Eterno o que encherá nossas vidas de Luz e significado. Yeshua veio para abrir esta porta, a fim de que possamos fazer teshuvá em direção ao Eterno e para que a Torah seja internalizada dentro de nós. Ou se vive no império da carne, que levará a alma em direção as trevas, ou se vive no império do espírito, que levará a alma ao Reino dos Céus. A escolha é de cada um, e cada um será o único responsável pelas consequências.

terça-feira, 8 de maio de 2012

A teologia sistemática é antissemita

     No debate que participei sobre os sinais dos tempos, ficou notório que a teologia sistemática é antissemita na sua essência. No fundo o argumento de que os judeus estão mortos é o mesmo que originou o holocausto e a inquisição, ou seja, conversão ou morte. Na verdade o que não se entende é que o Eterno tem uma aliança com a nação de Israel e uma promessa de nunca rejeitar Israel completamente. Um judeu ortodoxo que esteja buscando verdadeiramente o Eterno, pode vir a conhecer o Messias, e em alguns casos nem se dá conta de que Yeshua é o Jesus romano, haja vista que o Jesus romano pegou emprestado a história de Yeshua mas tem também uma grande influência de roma e do paganismo. Yeshua pode se manifestar pessoalmente para qualquer judeu, como aconteceu com o Rabino Shaul (conhecido como apóstolo Paulo) e provavelmente também com Yaakov (conhecido como Tiago), o irmão de Yeshua.

     Shalom.


Link do vídeo do programa no YouTube: http://www.youtube.com/watch?v=eBPd0zjelTo&feature=share

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Se separar para se aproximar do Eterno

     O sentido exato de ser santo é se separar para se aproximar do Eterno. Cada vez que nos separamos de algo que é contrário aos princípios do Eterno, ou separamos algo como o tempo determinado para orarmos, então atraímos luz sobre nossas vidas e nos aproximamos do Eterno.

     O Eterno é Santo, e isto é um conceito muito profundo e transcende ao fato de Ele ser perfeito em bondade e justiça. A Sua santidade também está no fato de Ele estar separado do mundo existente, habitando na Luz inacessível. Separado de tudo o que existe, Ele emana a Sua Luz Divina que iluminará aqueles recipientes que estão se separando para Ele.

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Parashá deste Shabat: Acharey Mot & Kedoshim

ACHARÊ MOT (Depois da Morte) & KEDOSHIM (Santos)
Levítico 16:1 a 18:30 & 19:1 a 20:27.


http://www.youtube.com/watch?v=MjAHDq0YnAA

shabbat shalom

A Oliveira

     
     O Eterno plantou a Oliveira, que é o Judaísmo essencialmente bíblico, com a Torah e todos os testemunho daqueles que transmitiram a mensagem Divina. Yeshua veio restaurar o judaísmo, e através dele muitos gentios foram enxertados na oliveira. Constantino inventou o cristianismo e pegou emprestado o que lhe servia no judaísmo e misturou com o paganismo, fundando uma religião híbrida. Martinho Lutero reformou a religião de Constantino. O Judaísmo da Unidade retorna para a Oliveira, o judaísmo bíblico que foi restaurado pela Nova Aliança, que internalizou a Torah em nosso ser.
     
     A Congregação do Eterno começou com Abraão, recebeu a Torah através de Moisés e inaugurou a Nova Aliança através do Messias Yeshua, que assegurou o sucesso do plano do Eterno, iniciando um processo de restauração que irá culminar no cumprimento pleno das promessas do Eterno para Israel e para a porção das nações que será salva.
    
     O Judaísmo Bíblico, a Oliveira, é uma ideia do Eterno e permanecerá para sempre. QUE SURJAM NOVAS CONGREGAÇÕES JUDAICAS DA UNIDADE E QUE IGREJAS EVANGÉLICAS RESTAUREM DE VERDADE A FIM DE SURGIREM COMUNIDADES DE BNEI NOACH QUE LEVEM A MENSAGEM DE YESHUA A TODAS AS NAÇÕES SEM AS MISTURAS DE CONSTANTINO. QUE POSSAMOS REPETIR O DIÁLOGO DO RABINO SHAUL (PAULO) COM YAAKOV (TIAGO) EM ATOS 21:19,20 "E se aproximando (Paulo) contou a respeito de tudo o que D'us fizera aos gentios através de seu serviço. Ouvindo (Tiago e outros irmãos) deram glória ao Senhor, dizendo, mas também observem irmãos, quão grande multidão (dezenas de milhares) de judeus depositaram confiança (no testemunho de Yeshua) e todos são zelosos, estando na Lei (observantes dos preceitos da Torah) (Atos 21:20)”. Que surjam pessoas como Timóteo para liderarem congregações judaicas da Unidade e pessoas como Tito para liderarem congregações de b'nei Noach (prosélitos).


Shalom.

                      

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Porque a tão esperada união não pode ocorrer agora?

     A união só poderá ocorrer quando o Messias estiver reinando. É simples entender e fácil criticar a falta de união. Podemos pensar: Porque todos não se unem? Porque há diferenças? É simples, cada um tem um nível de revelação da verdade que está relacionado à busca, à consagração e à proximidade do Eterno. Logo, neste contexto, é impossível haver uma uniformidade de visão. Uns creem em trindade, outros em unicidade, um crê que pode haver uma reforma no cristianismo, outro que a restauração é voltar a igreja do primeiro século e etc. Se houver uma união, um acordo para manter uma uniformidade, o que vai acontecer é nivelar tudo num padrão médio e aquém da revelação que alguns tem recebido, o que não é a vontade do Eterno. Por isto, o mais importante agora é a União com o Eterno, o que ocorre através do Messias Yeshua que construiu esta ponte para todos nós passarmos. E cada um deve viver segundo a revelação que recebeu do Eterno. Observe que não há uniformidade nem no cristianismo, nem no judaísmo e muito menos no judaísmo messiânico.
     
     O que é inquisitório é chamar de herege aqueles que não compartilham da sua maneira de ver as coisas, isto é de fato um grande erro e é de origem maligna, pois foi o mesmo espírito que operou em Roma para tirar a vida de muitos judeus. Cada um precisa buscar ao Eterno, receber diretamente Dele as instruções para a sua vida e seguir o caminho de acordo com a instruções que recebeu Dele. É obvio que alguns concordarão com você e outros resistirão, mas isto faz parte da jornada neste tempo, antes da vinda do Messias. Quanto o Messias chegar e a terra se encher do conhecimento de D'us, então haverá união, mas no tempo apropriado e nivelado ao nível do Messias, o que dará segurança a todos, já que ele é o Filho do Eterno.

     Quanto a nós, judaísmo da Unidade, cremos na fé monoteísta, de um único D'us e um D'us Uno, de que Yeshua é o Messias, que foi gerado para ser o representante oficial do Eterno no mundo existente, que o seu testemunho é eficaz para nos salvar e que a Torah é o referencial imutável do que está certo e do que está errado, do que agrada a D'us e do que não agrada a D'us.